Resenha: Morangos Mofados

É um livro que fala praticamente de sentimentos humanos. Fala das razões pelas quais um começa a amar o outro, da angústia no lugar da felicidade. Expressa a solidão, as tentativas de querer ser compreendido e do sentimento sufocante que causa não ser. Morangos Mofados conta com 19 contos de casais comuns, vivendo em crises ou tentando superar a falta de amor.

Duas mulheres, de diferentes tipos, mas em comum, esperam pela mesma coisa, alguém que as faça feliz (conto: Fotografia). Um casal que a muito tempo vive junto, mas no fim acaba descobrindo que sente atração por pessoas do mesmo sexo. (conto: Sobreviventes). O fim de um casamento por fim da essência mágica que os uniu (conto: Caixinha de Música). E por fim, o conto com o nome do romance,  Morangos Mofados que falam de um homem que sente um gosto de morango mofado na boca e acha que tem câncer na alma, mas no fim consegue superar sua angústia.

O começo dos contos geralmente são confusos para entender, mas mesmo assim a escrita prende o leitor. Tem aquela expectativa de querer chegar no final e descobrir o que vai acontecer com os personagens. São contos curtos, mas que transmitem mensagens para quem tiver alerto nas estrelinhas.

Morangos Mofados supera os preconceitos que se pode ter se apenas a restringi-lo a ler por causa do título, talvez porque os casais apresentados se aproximem bastante do real.

Resenha do filme “Elena”

Há um tempo a Ana fez um post falando de um filme e eu tava louca para ver, mas não tinha na minha cidade. Aí eu vim pro Rio e resolvi arrastar minha vó comigo para aprovar a dica cinematográfica da Ana. E foi aprovadíssima!  

Perder alguém especial quando se é adulto já não é fácil; imagina perder aos 7 anos de idade? E se a morte for um ato de suicídio? A falta de compreensão, o sentimento de culpa, a necessidade de uma resposta que não vem. Cada um lida com isso de uma maneira, principalmente se houver religião. Mas a crença religiosa não é o caso da diretora Petra Costa. Em seu documentário, sobre sua irmã Elena, não se fala sobre prática religiosa. Porém em uma cena, Petra diz que não acreditava em Deus. Nem em Papai Noel. Acreditava em Sereias, mas não em divindade. 

É curioso observar como a morte é encarada por alguém que não tem religião. A pessoa simplesmente deixa de existir, não vai para o céu nem pro inferno. Esse poético documentário tem apenas como objetivo botar um fim no luto da Petra.

Mas por que fazer disso um filme? O sonho de Elena era ser atriz de cinema e por isso, foi tentar a sorte em Nova York com 20 anos. Sonhar é diferente da realidade e quando não se está preparado para uma decepção, isso por ser terrível. Mas Petra também não tem interesse em descobrir o que deixou sua irmã deprimida. Petra quer dimensionar o tamanho do amor incondicional que Elena tinha por ela quando pequena. As pequenas encenações diante da câmera, a dança com paixão, a paz despreocupada. Não deixa de ser uma homenagem a sua irmã também, mostrando-a como personagem com virtudes e fraquezas que só grandes atrizes têm.

É relatado através da voz doce de Petra Costa, mostrando também que é um acerto de contas. Mesmo abordando problemas pessoais, demonstra também a capacidade de superar suas limitações. Anseios, mágoas e dor são comuns, mas o perdão se faz necessário. E aos poucos ele vai surgindo, embalado por um balé aquático. “A dor vira água”, afirma Petra e essa emoção que flui naturalmente desaparece.

Houston, we’ve got a problem

Como eu já disse aqui algumas vezes, eu vou fazer uma viagem, uma espécie de intercâmbio; vou estudar inglês 6 meses em Houston. Eu tenho uma tia que mora lá e está grávida, então minha avó vai ir pra lá para ajudar minha tia e eu vou embarcar junto.

Houston está situada no Texas, a apenas uma hora do Golfo do México. A cidade é a quarta maior do país e é a sede do Space Center Houston, centro oficial da NASA.

A universidade que eu vou estudar fica no Museum District  e eu pretendo visitar todos os pontos turísticos e explorar a cidade para contar tudinho para vocês <3. Eu to super ansiosa pra viajar e, claro, que pesquisei muito sobre a cidade, costumes e etc. Nessas pesquisas, eu descobri um lugar incrível, chamado Galveston, que também é próximo de Houston e quando eu vi fotos, a primeira coisa que eu lembrei foi de “A Última Música”, achei o cenário super parecido e fiquei apaixonada.

Além disso, eu to pensando em fazer vídeos dos melhores lugares que eu visitar. Mas estou pensando principalmente em comprar algumas coisinhas para sortear aqui (anéis, canecas, roupas etc) e queria que vocês me dessem idéias do que eu posso comprar e o que vocês gostariam que fosse sorteado.

Não vejo a hora de ir, me divertir e contar tudo aqui.

Ah, na minha última semana de aula, meus amigos fizeram uma festa surpresa de despedida pra mim e um vídeo muito fofo que estou compartilhando com vocês:

Para a próxima estação…

Oi, gente! Desculpa por ter sumido. Acontece que estou organizando as coisas da minha viagem.

Eu andei vendo por aí e muitas meninas do LookBook estão usando Flatform. E essa moda está começando a pegar. Lá no Japão a moda super pegou, acho que devido o tamanho das japonesas, talvez devido aquele fetiche da mulher de “sentir-se mais alta”. Enfim, o fato é a Flatform saíram de Hong Kong direto para o mundo.  Mas o que é Flatform? É um estilo de Sneakers que tem uma plataforma não muito alta e ampla, ou seja, dá para usar tranquilo no dia-a-dia e apostar em looks para a noite. É um modelo descontraído.

A dica para quem quer apostar é combinar com uma roupa bem descolada (shorts de cintura alta, calças estampadas, etc). Porém, tentem não usar com peças com franjinha e bandage.

O que acharam? Usariam?

Todo mundo precisa de alguém às vezes

Oi gente, como está sendo a semana de vocês? A Ana pede mil desculpas por estar sumida, acontece que ela está passando muito mal, devido a um remédio que ela está tomando, mas logo estará de volta.

Sempre li aquelas frases de poetas dizendo que todo mundo precisa de alguém. Eu, você e a senhora ali da esquina. Não venha resmungar para mim dizendo que se cansou e quer ficar trancado no quarto compondo músicas que nunca serão tocadas ou fazendo coisas que não acrescentarão no seu ser. Todo mundo precisa de alguém!

O quarto escuro ficaria mais colorido com o seu outro eu, com a sua outra metade. Mesmo que este seja seu amigo, namorado ou esposo. A verdade é que o medo de abrir o coração e gritar para o mundo que é necessário a companhia de alguém enchem os pulmões, não de ar, mas de medo. Medo de não ser correspondido, medo da decepção, da desilusão que corrói o passado de uma multidão. Não irei negar e repito de novo, pois pode ser a coisa mais difícil deste mundo: dói abrir a alma.

Não há garantias que ela não será roubada, esquartejada e depois entregue a ti, sem saber ao menos por onde começar a restaurar. Mas também pode ser a coisa mais linda do além, lembre-se: todo mundo precisa de alguém! E tudo fica mais fácil, mais rápido, mais divertido, menos estressante… Ah, como é aliviante apenas imaginar alguém do seu lado pra dividir um ombro ou uma risada. A vida é uma só, minha cara! Se solte, grite e procure como eu estou fazendo agora. Porque os turbilhões são grandes demais para serem carregados em um ombro só.

Todos nós precisamos de alguém.

That awkward moment…

Oi gente!

Essa semana saiu a terceira tempora de Awkward e está maravilhosa! Uma amiga me indicou e hoje em dia é uma das minhas séries favoritas.

Não sei se vocês conhecem, mas a história é sobre uma garota, Jenna Hammilton que tinha poucos amigos (só duas, na verdade) e não chamava atenção na escola. Tudo que ela mais queria era ser popular e isso acontece quando ela sofre um acidente e todos acham que foi suicídio. Ela deixa de ser a “that girl” e invisível na escola e começa a ser alvo de criticas das líderes de torcida, como a Sadie. O problema principal é que a Jenna se apaixona pelo garoto mais popular da escola, Matty McKibben, que também gosta dela. Mas para não ser ridicularizado, namora com ela escondido.

Parece muito? Para piorar a situação da querida Jenna, Jake Rosatti se apaixona pela ela. Só que o que ela não sabe é que Jake é o melhor amigo da sua paixonite aguda. E aí é uma confusão só né? Quase uma novela mexicana. 

A Jenna também tem um blog e lá que ela posta todos os seus sentimentos. A vida dela é bem tipicamente adolescente e isso que torna a série tão legal. Não tem nada de tribunais, paranormal, hospital. É apenas a adolescência na MTV. Além disso, o elenco é maravilhoso! Essa série é apaixonante! Você fica entre o Team Matty e o Team Jack a maior parte do tempo.
As situações cômicas são mais que engraçadas, eu gargalho de rir. A Jenna é um personagem bem sarcástico com ela e com os outros ao seu redor
Se vocês não assistem, comecem a ver! Vale muito a pena, é diversão certa.

Até semana que vem <3